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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

RPGaDay, melhor compra em convenção – First Quest, meu primeiro rpg


First Quet
- comprado numa Feira do Livro no RJ, meu primeiro rpg -
Seguindo o #RPGaDay, hoje eu mostro num post curto minha melhor compra em convenção – o antigo First Quest. Ele foi o primeiro rpg que comprei. Ainda hoje me lembro da aventura – resgatar a alma da princesa do reino que fora roubada pelo espectro de um mago. Meu personagem foi o guerreiro Beldar, o Bravo, e até hoje tenho os livros e fichas.

Beldar, o Bravo
- meu primeiro personagem com quem joguei -


quarta-feira, 13 de agosto de 2014

RPGaDay, morte mais memorável – O último Dragão

A morte de Scatha
- O Último Dragão -

Seguindo o #RPGaDay, hoje é para se falar da morte mais memorável em rpg.

Mas eu nunca tive em meus rpgs muitas mortes memoráveis de personagens dos jogadores, para ser sincero. Nunca aconteceu numa batalha climática – todos os meus jogadores sempre foram extremamente sortudos nas batalhas finais. Contudo, muitas mortes aleatórias aconteceram – falhando testes inócuos de veneno, caindo enquanto escalavam ou coisas do gênero. Portanto, nesse post eu falarei da morte mais memorável de um dos chefes que pus contra os jogadores.

Foi na minha campanha de The One Ring. Eu havia mudado muitas coisas da história do Hobbit e do Senhor dos Anéis e, já no final da campanha, a Guerra do Anel acontecia 50 anos antes. O Um Anel já tinha sido destruído mas, nesse mundo, Sauron tinha feito réplicas do Um Anel (mais fracas) e agora estava com um exército para tomar a Terra Média. Havia 3 frontes de batalhas das sombras – um com as tropas de Sauron, outro com o Bruxo Rei de Angmar e outro com os bárbaros que Sauron havia chamado.

O grupo de jogadores era Avina (uma guerreira Beorn que havia aprendido magia das trevas e estava já no limite de ficar completamente corrompida); Naroc (um halfling criado por anões que entrou em contato com uma das réplicas do Um Anel, acabou causando a morte de Balin e se tornou um dos 13 anões, tomando parte do tesouro de Smaug); Ainamir (um andarilho elfo que aprendeu a magia do fogo dos elfos e conseguiu impedir Galadriel de cair na sombra do Um Anel); e Kzarin (um arqueio elfo que havia conseguido, numa sessão, matar 50 orcs numa caverna).

Avina foi enfrentar o Rei Bruxo de Angmar, já que era mulher (e podia assim ferir o Bruxo) e bruxa (resistente às suas magias das trevas). Ela foi junto com as três Aias Sagradas de Galadriel (cujos nomes, para quem entenda, são Mai, Azula e Ty Lee). Os outros – juntamente com Gandalf, o cinzento – foram enfrentar um perigo secreto que se aproximava. Das montanhas azuis, um espectro chamado O Rei do Cadafalso se aproximava tendo sob seu controle um dragão – Scatha (que, nesse mundo, ainda não havia sido morto) – e, caso ele juntasse forças com os outros exércitos, seria o fim da Terra Média.

O grupo encontrou o espectro montado no dragão, avançando rapidamente pelo terreno montanhoso para se encontrar com o senhor do escuro. Gandalf usou seus poderes para impedir que o espector usasse suas magias, enquanto Naroc, Ainamir e Kzarin lutavam com o dragão. Naroc se transformou em urso – um poder que ele adquiriu não intencionalmente após um efeito colateral de uma magia de Radagast – e segurou o dragão, enquanto Ainamir e Kzarin o atacavam. Contudo, logo Naroc tombou, mesmo como urso, não podendo segurar o dragão.

Foi a vez de Ainamir segurar o dragão enquanto Kzarin continuava a atirar. O pobre elfo não aguentou mais que dois turnos, caindo logo. Nisso, Naroc abraça a sombra e se levanta – pois, nesse rpg, eu permiti que, caso os personagens aceitassem se corromper, eles poderiam se recuperar de ferimentos impossíveis. Novamente o urso tenta segurar o dragão, e novamente cai. Então é a vez de Ainamir fazer o mesmo, se levantando e caindo em seguida. Naroc tenta mais uma vez, abraçando a corrupção e, mais uma vez, cai.

Fica somente o arqueiro Kzarin. O dragão ataca um turno, levando Kzarin a quase nada de energia. No último ataque, do último turno, do último tiro, Kzarin consegue tirar essencialmente um sucesso épico, gasta suas esperanças finais e o dragão rola sua defesa. Falha crítica.

Nisso, o último dragão caiu numa das batalhas mais difíceis que já vi num jogo meu. Se eles perdessem, estariam todos mortos. Enquanto isso, Avina derrotava o Bruxo Rei de Angmar – na batalha, infelizmente, morreu Ty Lee, apesar de todos quererem que Mai morresse. Beorn, o grande urso, conseguiu segurar o exército de Sauron (morrendo no processo) e, agora, os personagens, depois de recuperados da batalha, tinham de ir caçar o próprio senhor do escuro. Mas isso é uma história para outro dia...

Até lá,

Valete!

Link Imagens 1

terça-feira, 12 de agosto de 2014

RPGaDay, rpg antigo que ainda lê/jogue - Daemon e AD&D

Rpgs antigos que leio, Daemon e AD&D
- ao fundo, Septimus Malleus -

Hoje, seguindo o #RPGaDay, falarei sobre o rpg antigo que eu ainda jogue/leia. Para os leitores desse site, não será uma surpresa ao dizer que eu ainda leio os antigos livros de AD&D. Portanto, para ir além do óbvio, irei falar de outro rpg antigo que eu ainda leio: O Daemon.

Comofalei anteriormente, o Daemon é, para mim, uma das três pedras fundamentais do rpg brasileiro (juntamente com 3d&t e Tagmar), e seria o equivalente ao 'Gurps' brasileiro. Ele tem a melhor progressão de atributos que já vi em qualquer rpg, usando uma fórmula que, para cada 6 pontos de atributo, seu valor efetivo dobraria. Além disso, o sistema tem um dos sistemas teóricos de magia mais bem constituídos – pois o autor do livro, Marcelo del Debbio, é ele mesmo um ocultista e as magias e práticas dentro do livro refletem, até onde eu saiba (e nisso posso estar errado), diretamente os seus estudos.

Arkanum, o cenário clássico de Daemon
- A inquisição medieval com anjos cruéis e demônios ambiciosos -

Contudo, Daemon é envolto em infâmia e, hoje, muito mal visto por todos que ainda não o joguem. A maioria de seus livros consiste de cópias de texto uns dos outros. Suas regras costumam ser, muitas vezes, mal explicadas ou com a sensação de 'inacabadas'. Sua progressão matemática de 'a cada 6, dobre o efeito' não consegue ser aplicada de maneira efetiva às rolagens do sistema, e mesmo o sistema de magia, que é extremamente bem feito teoricamente, na parte mecânica do sistema é bastante simples e não passa de um sistema comum de 'pontos de magia'.

Mesmo assim, é um rpg extremamente importante para mim. Esse aspecto 'por fazer' do Daemon dá a ele uma aura equivalente ao antigo D&D, onde os mestres tinham que improvisar regras na hora. Da mesma forma, uma das maiores comunidades Old School do Brasil é a de Daemon, criando novos livros e regras mesmo após o jogo estar parado há quase uma década.

Irei depois falar mais desse importante e incrível rpg. Mas e quanto a vocês, qual rpg antigo ainda joguem?

Até lá,

Valete!

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

RPGaDay, rpg mais estranho - Terra de Og e Defensores de Tóquio


Rpgs estranhos: Terra de Og e Defensores de Tóquio
- ao fundo, Aura -
Hoje, seguindo o #RPGaDay, falarei sobre o rpg mais estranho que eu tenho. Como este é um blog bilingue, irei falar de um rpg brasileiro e um estrangeiro.

Minha escolha do estrangeiro é Terra de Og – um rpg de cunho cômico ambientado na idade da pedra, com seres humanos ao lado de dinossauros e coisas assim. De um modo geral, seu sistema de resolução é bem Old School, não só por ter um sistema de classes mas também devido às suas semelhanças com os jogos de estratégia, tendo rolagens múltiplas de ataque, absorção de dano pela armadura do monstro.

O livro da expansão do Terra de Og

Contudo, a coisa mais interessante e estranha do sistema é o fato de que, se passando na idade da pedra, a humanidade ainda estaria 'desenvolvendo' sua capacidade linguística. Daí, os personagens tem um acesso limitado ao vocabulário que possuem. Isso faz com que os jogadores tenham que tentar se comunicar quase que exclusivamente com gestos e grunhidos, tendo à disposição apenas algumas palavras chaves (feio, grande, perigoso etc). É um rpg bastante interessante.

Para meu rpg brasileiro, apesar de ter alguns um tanto bizarros – como o obscuro Utopia – eu resolvi falar de um outro; um que é bastante importante para o hobby no Brasil. O Defensores de Tóquio (mais conhecido como 3d&t).


Defensores de Tóquio Original
- onde a zueira é sem limites -

Também um rpg de cunho satírico e cômico, o 3d&t tinha como objetivo fazer jogos zoando o estilo dos animes, games e mangas japoneses. Com o passar do tempo, o sistema foi se diversificando e ganhando corpo, e agora é um sistema genérico para jogar rpgs onde os personagens sejam relativamente poderosos. Essa versão que mostro na foto mostra a ideia original, com várias figuras fazendo sátiras de clichês de animes.

O sistema é bem simples: cinco atributos básicos (Força, Habilidade, Resistência, Armadura e poder de fogo). Em combate, role 1d6 + Força (ataques melee) ou Poder de fogo (ataques à distância), reduza a armadura do oponente e cause dano igual à diferença aos pontos de vida dele. Para os testes de perícia, role 1d6 e tente tirar igual ou menos à sua Habilidade. Para os testes de resistência, role 1d6 e tente tirar menor ou igual à sua Armadura ou Resistência (dependendo da situação). Existe ainda uma lista de perícias, vantagens e desvantagens, mas essa é a base do sistema.

O 3d&t é um dos três grandes sistemas 'Old School' do Brasil, junto com Tagmar (o D&D brasileiro), e Daemon (o Gurps brasileiro). Esses três foram talvez os mais influentes e importantes para criar o quadro rpgístico no Brasil e, futuramente, pretendo revisá-los de maneira devida.

Por hora, é só. Agora digam-me, quais os rpgs estranhos que vocês têm?

Até então,

Valete!

domingo, 10 de agosto de 2014

RPGaDay, ficção favorita de jogo - 'Die, Vecna, Die!' e como Vecna 'matou' o Old School


Aventura clássica Die, Vecna, Die!
- ela marca o fim de AD&D e o começo de D&D 3a edição -

Hoje, seguindo o evento global #RPGaDay , falarei rapidamente da ficção de jogo de que mais gostei.

Devo dizer que duas me saltam à mente. A primeira é a Timeof Judgement, da White Wolf, que marcou o apocalipse do antigo mundo das trevas. Essencialmente, o livro dizia cenários finais para cada uma das muitas criaturas sobrenaturais do Mundo das Trevas (Lobisomens, Fadas, Magos etc.). Extremamente interessante, devo dizer.

Contudo, meu voto vai para o Die, Vecna, Die!, a última aventura de AD&D que narra a tentativa do Lich supremo Vecna de tentar remodelar o universo à sua imagem. Eu cheguei a falar dela em meu post sobre meus personagens favoritos, e repito o que antes disse: Vecna é quem 'matou' o Old School e deu origem ao New School.


No livro, Vecna, após ter conseguido escapar de Ravenloft, planeja uma artimanha que fará com que todo o multiverso seja reescrito a a partir das regras dele. Após ser detido pelos jogadores, Vecna perde seu posto de Deus Maior, virando somente um deus pequeno. Contudo, os reflexos de sua magia permaneceram, alterando diversos mundos e, essencialmente, mudando as regras de D&D da 2a para a 3a edição. É muito bom o texto e, quem puder, dê uma olhada nessa grande aventura final de AD&D, minha escolha como favorita ficção de jogo.

Todos saúdem Vecna, o 'matador' do Old School
e o gerador do New School


Link Imagens: 12

sábado, 9 de agosto de 2014

RPGaDay, Dado/set de dados favorito – The One Ring e Battletech

Na foto, meus sets favoritos: O Um Anel e Battletech
- ao fundo, Aura -

Participando do evento do #RPGaDay, nesse post curto falarei de meus sets de dados favoritos. O set do rpg O Um Anel e os dados do jogo de estratégia Battletech.

The One Ring rpg
em português, O Um Anel

O sistema de O Um Anel usa 6d6 e 1d12 para fazer suas rolagens. O 1d12 é o dado básico, ao qual são adicionados 1d6 para cada nível de perícia que o personagem tiver. É um sistema bastante elegante e original que vale a pena dar uma lida. Eu comentei superficialmente sobre ele em meu post sobre viagens, e futuramente pretendo fazer um post extensivo sobre ele.

Contudo, focando apenas nos dados, adoro o design deles. Os d6 têm números pretos – 4, 5, 6 – e os brancos – 1, 2, 3. 'vazados'. Isso tem um funcionamento mecânico; pois, quando o personagem de um jogador está com a condição de 'cansado', ele ignora os números brancos, tornando as jogadas mais difíceis. Esse é um dos sistemas mais simples e eficientes que já vi para marcar fadiga num rpg.

O d12 tem números que vão do 1 ao 10, com o 11 substituído pelo olho de Sauron e o 12 substituído pela runa de Gandalf. Quando cai Gandalf, normalmente indica um sucesso automático. Quando cai Sauron, indica a possibilidade de falha crítica. Devido à isso, esse é um dos sistemas mais incríveis para se ter eventos fenomenais dentro do jogo. Já tive, em sessão, jogadores conseguindo intimidar Espectros e seduzirem Vampiros simplesmente com rolagens épicas a partir disso.

Em suma, um dos dados mais bonitos que já vi num produto de rpg.


Caixa do Battletech

Dados Battletech
Agora, falando de Battletech, ele é um jogo de combate estratégico usando mechas (robôs gigantes). Battletech tem décadas de história e comprometimento de uma fanbase enorme, e merece ser discutido a miúdos em outra hora. Focando apenas nos dados, o jogo usa 2d6 para fazer suas rolagens. Esses são os 2d6 que vieram na caixa do jogo e, para mim, são os 2d6 mais belos que tenho. Simples, com cores vivas, um sendo o oposto do outro, as pontas côncavas. Gosto muito deles.

Esse foi um post curto, mas espero que tenham gostado. Logo falo mais.

Até então,
Valete!

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

RPG a Day, personagens favoritos - Ancaladax, o Dragão de Urd e Vecna, o Lich

Vecna, o Lich supremo e Ancaladax, o Dragão de Urd
- personagens favoritos para #rpgaday -



(Resumo TL;DR)

. Meu personagem favorito de rpg criado por mim é Ancaladax, o dragão milenar de Urd que controla mentalmente todas as transações bancárias. Do tamanho de montanhas e com um bafo de fogo tão forte quanto explosões nucleares, o mundo inteiro tem um plano de contingência para tentar parar o Maxime Draconis.

. Meu personagem favorito de rpg publicado é Vecna, o supremo Lich de D&D, o culpado pela mudança das leis do universo da 2a para a 3a edição.

><><


Participando do evento #rpgaday, hoje irei falar de alguém muito importante, que inclusive foi uma das razões para eu ter ganhado um concurso para um livro de rpg: Ancaladax, o Maxime Draconis de Urd.

Ancaladax, o mais que divino
Ancaladax é, dentre os meus personagens de rpg, (provavelmente) o favorito. Ele é o dragão mais que divino do mundo de Urd, um mundo de fantasia renascentista e que começa a ter traços da era industrial. De uma inteligência sem igual, Ancaladax criou o primeiro e único sistema bancário no mundo, controlando todos os postos e agências com um link telepático inquebrável. Seu nível de inteligência e percepção são tamanhos que ele é capaz de, a todo o momento, saber das transações que acontecem em todas as centenas de agências que possui. Isso o tornou uma das grandes potências do mundo pois, graças a ele, transações de comércio foram muito facilitadas – desde que, é claro, você pague a taxa do dragão.

Ancaladax é o único da espécie draconiana no planeta. Dragões são alienígenas em Urd e, para os urdianos, 'Dragão' é apenas um título que o próprio Ancaladax chama a si ou a sua família. Pois, apesar de não existirem outros dragões puros, Ancaladax tem dezenas de filhos – todos eles com répteis. Para o banqueiro rei, todas as raças são inferiores, a não ser aquelas que minimamente se assemelham aos dragões.

Ele é do tamanho de montanhas. Seu bafo de fogo é tão poderoso quanto explosões nucleares, capazes de obliterar cidades inteiras. Além disso, ele é o maior místico do mundo, capaz de lançar magias divinas e arcanas sem esforço. Caso não bastasse, seus milhares de anos renderam-lhe conhecimento profundo sobre praticamente todas as áreas de conhecimento, tanto acadêmicos quanto militares, sejam eles antigos ou futuristas.

Ancaladax, Maxime Draconis
- qualquer semelhança com Ancalagon de Tolkien é mera coincidência -
Pois então, se uma criatura é assim tão poderosa, como é que simplesmente não dominou ainda o mundo? Essa é a grande questão, qualquer forma de atividade é extremamente desgastante para Ancaladax. Por isso, ele passa a maior parte de seu tempo dormindo ou num, parafraseando o grande Lovecraft, “morto, mas sonhando”. Contudo, isso não deixa os grandes poderes do mundo de Urd numa situação confortável. Existe um conselho com as criaturas mais poderosas do mundo que, apesar de se odiarem mutuamente, concordam em um único ponto: caso Ancaladax se levante algum dia, todos irão se juntar para pará-lo. Todos.

"You are strong, child. But I am beyond strength"


E, mesmo assim, é esperado que, apesar de ferido, Ancaladax ganharia. Em face disso, muitos se perguntam quais os planos de Ancaladax. Qual a sua agenda, seus objetivos? Enfim, jamais descobrirão; pois quem é capaz de sondar a mente de um ser mais que divino?


><><


- Bônus: Meu personagem favorito de um rpg publicado -



Vecna preso em Ravenloft
Pois então, se for para escolher um personagem favorito de algum rpg publicado, eu fico com Vecna. Talvez o mais conhecido Lich em jogos de rpg (pois, fora das mesas, eu diria que o Rei Lich de Warcraft, outro personagem de que gosto muito, ganha esse título), Vecna era um poderoso mago do mundo de Oerth (cenário de Greyhawk). Ele conseguiu tornar-se um Lich e crescer as bordas de seu império, até ser traído pelo vampiro Kas, seu conselheiro e comandante. Apesar disso, Vecna ainda conseguiu renascer como um deus menor e maquinou tramas para se tornar um deus Maior. Ultimamente, tais tramas falharam e ele acabou preso no semi-plano do pavor de Ravenloft. Mesmo assim, Vecna eventualmente conseguiu escapar e tremeu as fundações do universo – essa foi a explicação para a mudança do sistema de D&D da 2a para a 3a edição, foi culpa de Vecna. Atualmente, ele é só um deus menor dos segredos, mas seu impacto no hobby e em D&D como um todo são inesquecíveis.


Vecna! Der grösste und mächtigste Lich! Meiner lieblingscharakter

Vecna
- o mais emblemático Lich de D&D -

Link das imagens: Dragão 1, 2, 3, 4 ; Vecna 1, 2, 3